Projetos em execução

Intérpretes forenses são essenciais para garantir os direitos de estrangeiros, indígenas e membros da comunidade surda no processo judicial. No Brasil, há uma carência de intérpretes forenses qualificados. A Justiça Federal de São Paulo iniciou um programa de capacitação, mas ainda enfrenta dificuldades na identificação de profissionais adequados. O Projeto Interprêt visa solucionar esse problema por meio de atividades interinstitucionais e multidisciplinares, envolvendo magistrados, servidores públicos, professores e alunos das áreas de Direito e Ciência da Computação. A parceria entre a Universidade Presbiteriana Mackenzie, o Conselho Nacional de Justiça e o Tribunal Regional Federal da 3ª Região contribuirá para o aperfeiçoamento do sistema judiciário brasileiro.

A autocompreensão é um desafio que, desde a antiguidade, aflige a humanidade. O indivíduo nem sempre conhece seus gostos, vontades, temperamento e sentimentos; tratando-se de conhecimento, muitas vezes não reconhece aquilo que ele mesmo sabe. A objetividade do conhecimento e a atribuição das capacidades de cada pessoa são, em suma, subjetivas. Contudo, em um mundo de alta performance e de alto grau de cobrança sobre competências e tecnologias, é crescente a necessidade de identificar, de forma objetiva, quem está capacitado para realizar determinadas tarefas. RHs e universidades do mundo todo possuem uma grande dificuldade para gerenciar habilidades, competências e o conhecimento de seus colaboradores. O projeto SkillPath traz consigo a ideia de objetificar esses elementos em um programa onde os próprios alunos, participantes do programa de extensão, tomam a iniciativa e trabalham em conjunto para solucionar este problema.

Em um cenário onde a transformação digital avança rapidamente, muitas pessoas ainda enfrentam dificuldades no acesso e na compreensão das tecnologias, o que amplia desigualdades educacionais e limita oportunidades de desenvolvimento. Diante desse contexto, o projeto de extensão em Letramento Digital e IoT busca promover a inclusão tecnológica por meio de atividades práticas envolvendo programação, automação e Internet das Coisas com dispositivos como ESP32 e sensores. A iniciativa aproxima estudantes e comunidade do uso consciente e criativo da tecnologia, estimulando habilidades digitais, pensamento inovador e aplicação prática do conhecimento na resolução de problemas do cotidiano.